sexta-feira, 30 de agosto de 2013








 PRESIDENTE DIZ QUE PREFEITO ARMOU UMA VEZ PARA NÃO MONTAR CPI.
CONTRATOS ASSINADO E RECONHECIDOS EM CARTÓRIO
PARTE DO DOCUMENTOS QUE PROVAM A PARTICIPAÇÃO DOS ACUSADOS.


O Presidente da Câmara Municipal de Aveiro Raimundo Ronilson, conhecido por; (Preto Satiro), falou a nossa reportagem, da sua insatisfação com a falta de vereadores que estão dando sustentação ao Prefeito Olinaldo Barbosa,por isso estão aramando para que não haja sessão .
Duas sessões em seguida que os vereadores Rubemir Pereira dos Santos, Francildo, Paulo Henrique, Irany e a vereadora Vânia Felix. Segundo o presidente será descontados os vencimentos, pois, na véspera da sessão todos viajaram para Santarém, somente para não dar quórum.
A revolta do presidente e que ele citou vir a  manobra do prefeito para que a sessão não dê quórum, e que a comissão dos quatros vereadores não possam formar a CPI e que eles sejam impedidos de explicar para a sociedade o resultado da ida do grupo de vereadores G4 a comunidade de Mojú.
 Perguntamos ao vereador e presidente da casa Raimundo Ronilson, por que G4 e não G5 como se havia anunciado que seriam os cincos vereadores investigando a venda da madeira.
O Presidente da casa respondeu que o vereador Cildo tinha dado a sua palavra que estariam juntos para que pudessem investigar a confissão do ex-secretário João Batista de Paiva, que diante dos vereadores, vice-prefeito, prefeito, chefe de Gabinete e o filho do vice-prefeito, que tinha vendido a madeira e que os valores de conhecimento público estariam depositados nas contas das pessoas que também é de conhecimento público.
E que para a sua surpresa o vereador Cildo estava juntos com os quatros vereadores para que não desse o numero suficiente de vereadores para que houvesse a sessão para atrapalhar o andamento das investigações e que os verdadeiros culpados fiquem na impunidade.
Em continuação, o presidente falou que está a procura dos envolvidos e não saber se é verdade, pois, quando esteve na madeireira do Moju, o proprietário confessou que foi negociada a madeira no valor de R$ 288.000,00 mil reais, conforme documentos de posse dos colegas edis.
Que ressaltou que os vereadores adentraram no Ministério Público a apresentando provas documentais.  Aonde constam assinaturas, de todos os envolvidos na transação da madeira e, que para surpresa dos vereadores foi descoberto que foram  vendidas no meio dessas madeiras mais 1.000 toras de MADEIRAS apreendidas na ida  das balsas para Moju, e que estão sendo apuradas.
Preto do Satiro, falou que muitas pessoas estão desacreditas dos políticos por que nunca viram vereadores realizando seu verdadeiro papel de parlamentar, e que agora estão espantados com os quatros vereadores que estão procurando moralizar a política aveirense, eles acham que o vereador não tem palavra e que todos são corruptos.  Estamos analisando a Licitação que foi realizado por que a Lei; O direcionamento de uma licitação deve ser apurado a começar pela regra do artigo 3º, parágrafo 1º, inciso I, da Lei 8.666/93, que veda as "preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato".