sábado, 5 de novembro de 2011

PREFEITURA DE AVEIRO JÁ RECEBEU MAIS 13, MILHÕES DE REAIS NO ANO 2011.


As brigas políticas que ocorrem em Aveiro, não são nada mais do que brigar pelo poder do dinheiro. Essas brigas  acabam dividindo os recursos com a contratação de vários advogados para defender o acusado e que jura que é inocente. Já o denunciante  tenta provar por a+b que ele ou ela está certo (a). Embora todos sejam inocentes até que sejam julgados e condenados pela justiça.
Como você percebe no gráfico do Banco do Brasil, que para o município de Aveiro, já adentrou nos cofres públicos da prefeitura o valor de 13.421.850,50 (Treze milhões quatrocentos e vinte um mil e oitocentos e cinqüenta reais e cinqüenta centavos) O que percebemos que esses valores foram gastos. Em quê? Existem algumas coisas construídas no município e isso existe, mais não é suficiente para as pessoas acreditarem que os valores que se apresenta no gráfico dos repasses do Banco Brasil para a prefeitura de Aveiro, tenha sido gasto em pequenas construções. Eu não posso acusar o gestor sem provas mais pelos valores que aqui estão à mostra a população pode fazer as suas avaliações do atual governo.
Todos os munícipes   fazem as mesmas perguntas, por que os vereadores que defendem mais o prefeito, não procuraram defender o prefeito da forma que todos gostariam de fazer,prestando conta do dinheiro público. É muito fácil defender alguém inocente com as provas nas mãos. Aqui eu não estou prejulgando o gestor, mais fica uma dúvida na cabeça de muita gente.
A casa de vereadores deveria tomar uma atitude para verificar as prestações de conta e dizer: “Realmente o dinheiro púbico está sendo aplicado em obras, mais também mostrem essas obras através da mídia como a prefeitura paga blog, jornais e TV. Treze milhões e muito pouco diante dos descasos e a choradeira de fornecedores que não recebem e que já estão procurando a justiça para receber seus valores que para alguns comerciantes já dão por perdido.



Município: Aveiro
UF: PA
Ano: 2011
Mês
FPM
ITR
IOF
LC 87/96
LC 87/96-1579
CIDE
FEX
FUNDEF
FUNDEB
Total
01
555.166,61
385,12
0,00
2.836,41
0,00
13.341,90
0,00
0,00
938.163,44
1.509.893,48
02
598.110,61
107,85
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
1.001.067,83
1.602.122,70
03
390.458,76
76,40
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
665.660,56
1.059.032,13
04
517.551,86
362,42
0,00
2.836,41
0,00
10.770,83
0,00
0,00
1.232.091,55
1.763.613,07
05
594.041,22
347,12
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
759.272,08
1.356.496,83
06
536.164,04
293,53
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
996.435,45
1.535.729,43
07
456.101,80
560,49
0,00
2.836,41
0,00
12.744,11
0,00
0,00
668.298,34
1.140.541,15
08
470.477,16
268,91
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
850.302,54
1.323.885,02
09
375.596,79
1.323,98
0,00
2.836,41
0,00
0,00
0,00
0,00
380.423,77
760.180,95
10
493.695,42
3.110,79
0,00
2.836,41
0,00
13.297,40
20.328,85
0,00
837.086,87
1.370.355,74

4.987.364,27
6.836,61
0,00
28.364,10
0,00
50.154,24
20.328,85
0,00
8.328.802,43
13.421.850,50
A partir de 1998, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 15 % (quinze por cento) destinada ao FUNDEF.
A partir 2007, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96 e do ITR, já estão descontados da parcela destinada ao FUNDEB.